sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Caverna do diabo

Caverna do diabo, nome assustador para designar uma gruta repleta de espeleotemas que impressionam os visitantes. É a maior caverna do estado de São Paulo possuindo quase 8 km de galerias já mapeadas.

Nas férias de janeiro, o setor feminino dos Arautos do Evangelho de Joinville, durante sua estada em São Paulo,  teve a oportunidade de conhecê-la. As jovens acordaram bem cedo e às 6:30 já estavam a caminho da famosa caverna.


Os imensos salões naturais, subterrâneos apresentam um verdadeiro espetáculo de formações que encantam a todos. E uma das formas mais eficazes de atingir o conhecimento amoroso de Deus é, ao contemplar a beleza das coisas visíveis e seus reflexos divinos, voar até Àquele que é a suprema Beleza, em sua plenitude e essência.




Caverna do diabo, um nome desmerecido para tal gruta.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Visita das irmãs

No dia 28 de janeiro, as Arautos do Evangelho que moram em São Paulo vieram nos visitar e aproveitaram para conhecer as famosas dunas de Florianópolis SC... E surpresa! Antes de partirem para as dunas, foram “saudadas” com um magnífico arco-íris - símbolo da aliança de Deus com os homens.


Após assistiram a Santa Missa em nossa casa, saborearam um fabuloso churrasco feito pelos pais das jovens Arautos de Joinville e desfrutaram de um agradável convívio.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Passeio em Serra Negra

Aproveitando o período de férias escolares, as jovens, que participam das atividades oferecidas pelo setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville, fizeram um passeio a cidade de Serra Negra, no interior de São Paulo.
Estavam todas ansiosas para conhecer a imagem do Cristo Redentor localizada no Pico do Fonseca cujo acesso é feito em um teleférico. Quando chegaram ao mirante (aos pés da imagem) desfrutaram também de uma deslumbrante vista panorâmica da região.


É claro que não puderam faltar as brincadeiras no parque infantil e o tradicional passeio de trenzinho pela cidade.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Curso de férias

Férias! Palavra mágica que para muitos significa um tempo de liberdade, de fuga, de alegria, sem trabalho e sem preocupação. Será isso verdade?
São João Paulo II aconselhava espiritualizar as férias. Ele exortava os jovens a aproveitar o período de férias para crescerem espiritualmente. Bento XVI ressaltou a preeminência do espírito sobre a matéria, o que se deve verificar também – sobretudo – nas férias quando as pessoas devem “consolidar a vida espiritual”.

Por sua vez, os Arautos do Evangelho oferecem aos jovens um “curso de férias”. Período em que jovens vindos de diversos lugares reúnem-se em São Paulo para se aprofundarem em temas de vida espiritual, desfrutando de uma suave alegria de alma em um ameno convívio.








                                                      

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O aleijado vai ao Papa

Arrastando-se com dificuldade e marcando caminho com o sangue que escorria de suas feridas, chegava o pobre Gilla às portas da catedral de Londres. Com chuva ou bom tempo, ele jamais faltava à Santa Missa, porque sua fé era maior que seus tormentos. Ele nascera com os nervos atrofiados, e ademais sofria uma terrível doença de pele. Não tinha como ganhar o pão e nem um parente próximo que o ajudasse.
Num dia solene, Gilla viu o celebrante subir ao altar com belos paramentos brancos, enquanto o coro cantava em gregoriano “Tu es Petrus”. Era o dia vinte e dois de fevereiro, festa da Cátedra de Pedro. No sermão, o pregador discorreu longamente sobre o poder das chaves conferido ao Papa pelo Divino Mestre. O pobre homem a tudo assistia com muito fervor e atenção. Terminada a cerimônia, despediu-se da maternal imagem da Virgem que ficava na lateral e saiu meditando:
— Que beleza! Hoje festejamos o doce Cristo na Terra! Quantos não ficaram curados só por terem sido banhados pela sombra de Jesus! Se eu vivesse naquela época... mas Ele indo para o Céu, deixou um representante entre nós e lhe entregou as chaves do Céu e da Terra... Quem sabe se indo até Roma não consigo do Papa o milagre de minha cura?
Animado por essas reflexões, conversou com o pároco e algumas pessoas piedosas de Londres, conseguindo que o colocassem em um barco com destino à França. “De lá — pensou ele — Deus dará um jeito de me conduzir até Roma”.
Desembarcando na França, passou o dia rezando e pedindo por caridade que alguém o levasse até a Cidade Eterna.
Após três dias de intensa oração e frustradas tentativas, passaram perto dele uns mercadores que partiam de volta à Itália, depois de terem feito um bom negócio. Vendo o pobre chagado pedir com tanta insistência e pelo amor de Deus que o levassem até o Papa, aceitaram transportá-lo em sua carroça, vazia pela venda das mercadorias.
Foi uma longa e penosa viagem. Cada solavanco do veículo nas precárias estradas lhe provoca uma terrível dor. Resignado e contente, ele ofereceu tudo à Santíssima Virgem, e pôs suas esperanças no tão ansiado encontro com o Papa.
Chegando a Roma, ficou atento à espera de uma oportunidade para se aproximar do doce Cristo na Terra. Numa solenidade em que o Sumo Pontífice sairia em procissão pelas ruas, o piedoso mendigo colocouse em uma esquina, bem próximo do local por onde ele passaria. O Papa, ao ver o pobre chagado, encheu-se de compaixão. Mandou que o aproximassem e, como um verdadeiro pai, lhe perguntou:
— Meu filho, o que desejas?
— Venho de Londres, Santidade, implorar-vos a cura. Desde criança tenho os membros atrofiados e ademais sofro esta terrível doença.
— Confiança! Tens no teu país um piedoso monarca, o qual eu estimo muito. Vai e pedelhe que te leve montado em seus ombros do grande palácio de Westminster até a Catedral. Deste modo eu garanto que Deus fará o milagre.
A Providência pedia àquele homem mais uma prova de fé. Empreender de volta toda a difícil viagem, no mesmo estado de invalidez, e se apresentar ao rei para fazer essa proposta... Mas ele não questionou, não reclamou e, de novo, foi pedindo, ora a estes, ora àqueles, que o transportassem cada trecho do caminho.
Ao fim de mil aventuras e sofrimentos, conseguiu o mendigo chegar à capital da Inglaterra. Foi se arrastando até as portas do palácio e disse trazer uma mensagem do Papa. Os guardas reais, que já pensavam em afastá-lo, resolveram antes perguntar ao rei Eduardo, o Confessor:
— Majestade, está aí fora um mendigo de horrível aspecto e coberto de chagas, que insiste em falar convosco. Afirma ter uma mensagem do Papa.
— Façam-no entrar. O que é o rei senão o pai dos pobres e o protetor dos débeis?
Introduzido o mendigo na nobre sala do palácio, deparou com o rei em toda sua grandeza sentado no trono com o diadema real. Era resplandecente sua majestade e, ao mesmo tempo, sua bondade e afabilidade.
O mendigo fez uma reverência e com toda confiança disse ao rei:
— Senhor, acabo de chegar de Roma, onde o Papa me prometeu que vós me curaríeis.
— Mas, como poderei fazer isso? Não deu ele mais nenhuma indicação?
— Sim, disse que se vós me carregásseis em vossos ombros do palácio até a Catedral, Deus faria o milagre. Piedade, ó rei, tende compaixão do último de vossos súditos!
— Como não, meu filho? Suba e vamos!
Soaram os trompetes, os guardas se perfilaram: o rei vai sair! Os súditos se amontoaram nas ruas para ver a carruagem real passar. Porém, um espanto geral percorreu o povo: não viam a carruagem dourada puxada pelos ágeis cavalos vindos de Espanha, mas sim um pobre trapo humano montado sobre o rei. Os murmúrios começaram:
— Logo esse mendigo miserável vai montar no nosso rei?
— Isso é um desaforo! Como ele ousou fazer isso?
— Que louco! E como o rei deixou?
O rei e o mendigo não se importavam com o que diziam. Um e outro iam compenetrados e rezando juntos, pedindo o milagre.
O povo espantado formava filas atrás do monarca, curioso para saber como terminaria tão inusitado espetáculo.
No caminho, as vestes reais iam se enchendo do pus e do sangue que escorriam das feridas do mendigo. E o pobre já ia sentindo alguns movimentos mais livres...
Quando chegaram ao templo, sob expectativa geral, dirigiram-se até o altar e o rei depôs seu precioso fardo no chão. Este, com todos os seus membros curados e sua pele limpa como a de um bebê, imediatamente se ajoelhou e, chorando de alegria, pediu a bênção ao soberano. O rei o levantou e, abraçando-o, disse:
— Meu filho, agradeçamos juntos a Deus este grande milagre, com que a Sua Divina clemência se dignou hoje favorecer-nos.
E toda a multidão, encabeçada por sua Majestade e pelo pobre Gilla, assistiu fervorosamente à solene Missa, na qual agradeceram a Deus um tão bom Papa e um tão bom rei. Esta é uma bela história que orna a coroa celestial de Santo Eduardo, o Confessor, nobre filho da Santa Igreja!
Ir Maria Teresa Ribeiro Matos, EP – Revista Arautos do Evangelho - Jan 2008


domingo, 4 de janeiro de 2015

Espírito do Natal

No intuito de avivar o espírito do Natal, o setor feminino dos Arautos do Evangelho levou a imagem do Menino Jesus ao hospital infantil em Joinville e cantou diversas músicas natalinas. Vários pacientes e funcionários se emocionaram e ficaram sensibilizados com a visita do Deus Menino.