quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Solene Consagração à Nossa Senhora

Após um período de preparação orientado pelos Arautos do Evangelho, 23 pessoas fizeram a solene Consagração à Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Depois de recitarem o ato de consagração à Nossa Senhora, assinaram o compromisso.

Este ato, feito belamente na Terra, tem muito mais pulcritude se atentarmos para as realidades sobrenaturais nele contidas. Pois a partir do momento em que a pessoa se entrega como escravo, todos os seus pertences, todas as suas ações, todo o seu ser, todo o seu corpo com os membros, sua alma com suas potências, os méritos, tudo passa a Nossa Senhora. A consagração à Nossa Senhora consiste em a pessoa dar-se a Ela, procurando imitá-La e também servi-La.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Visita ao Balneário Camboriú



As estudantes do Colégio Arautos do Evangelho em Joinville juntamente com as participantes do Projeto Futuro e Vida fizeram um espetacular passeio ao Balneário Camboriú. Tiveram a oportunidade de embarcar nos bondinhos aéreos que ligam as duas praias.

No alto do morro da Aguada, na estação Mata Atlântica vislumbraram um rico panorama do esplendor da natureza brasileira, visitando o parque ambiental onde contemplaram a fauna e a flora local, maravilhosa harmonia da criação de Deus.


E é claro, não faltou o prazer de tomar um saboroso sorvete.



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Assim nos trata Deus...

Naquele ano, fortes temporais castigaram a região montanhosa onde viviam os avós de Caio. Ali predominavam pequenos vinhedos e vinícolas artesanais. Os frutos colhidos tinham um sabor todo especial, devido ao clima e à composição do solo, fazendo com que a produção chegasse até à capital e crescesse a fama de seus vinhos, de singular degustação. Com o mau tempo, porém, a safra se prejudicara e, por conseguinte, a preparação da bebida, levando muitas famílias a passarem sérias dificuldades.
Caio tinha encanto pela propriedade dos avós e, a cada ano, quando terminavam as classes, fazia as malas para viajar às montanhas e passar as férias com eles, a quem tanto queria. Dona Ana e o senhor Alfredo sempre o esperavam de braços abertos, pois o neto era a alegria da casa. Muito vivo, logo cedo ele acompanhava o avô na lida do campo, fazendo festa para cada cacho de uva que conseguia colher, ficando nas pontinhas dos pés, e se não Os frutos colhidos naquela região tinham um sabor todo especial fosse o cuidado do amável e atento ancião entraria lagar adentro, para também espremer as uvas. Ao entardecer, todos se reuniam no salão, patrão e empregados, onde rezavam juntos o Rosário à Virgem Santíssima, e à noite, depois do saboroso jantar feito em fogão a lenha, a prosa se estendia e dona Ana contava-lhe belas histórias, enquanto tricotava.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A oferta mais agradável a Jesus e Maria

O frio ainda estava penetrante e a neve não cessava de cair naquele fim de inverno europeu, mais rigoroso que de costume. No entanto, a severidade do clima não impedia a pequena Inês de sair de sua casa, situada na encosta de uma íngreme montanha, para ir assistir à Missa na aldeia vizinha. Era o dia 3 de fevereiro, quando todas as crianças da região recebiam lindos papéis dourados, onde anotavam os pequenos sacrifícios que ofereciam a Nossa Senhora de Lourdes, durante sua novena.
Nesses dias, todos se empenhavam em participar da Santa Eucaristia, e quanto mais se aproximava o dia da festa, a alegria da meninada tornava-se mais intensa. Ao mesmo tempo, suas listas iam engrossando com as mortificações que faziam, e que para elas constituíam verdadeiros holocaustos, como privar-se de chocolate ou de doce, fazer os deveres da escola sem resmungar ou levantar-se cedinho de um salto só, apesar de tiritarem de frio e os cobertores quentinhos convidarem a um pouquinho mais de sono...

sábado, 18 de julho de 2015

Abertura do Congresso Arautos do Evangelho setor feminino

Uma solene Celebração Eucarística, participada com muito fervor, marcou a abertura do encontro de centenas de jovens vindas de vários países como Portugal, Espanha, Colômbia, El Salvador, Paraguai, Guatemala e de diversas regiões do Brasil promovido pelos Arautos do Evangelho na casa Monte Carmelo, na Serra da Cantareira, em São Paulo

No fim da missa, ao som de hinos eucarísticos, formou-se uma procissão do Santíssimo Sacramento, na qual todas participaram com muita piedade. Em seguida, pedindo graças a Nosso Senhor Sacramentado para este Congresso, foi dada a bênção do Santíssimo.
Assista ao vídeo com alguns momentos desse dia.




quarta-feira, 8 de julho de 2015

Quem sabe se ele volta...

Uma tempestade se formava no horizonte. Aqueles dias haviam sido especialmente quentes no sufocante verão japonês. As plantações estavam secas e a chuva seria bem-vinda. Porém, a borrasca que se aproximava mostrava-se ameaçadora. E o que se passava na natureza parecia simbolizar o que sucedia com a família Shinju...
Pertencia ela a uma antiga linhagem de comerciantes de pérolas, conhecida em todo o país por sua honestidade. O senhor Akira Shinju era exímio pai e bondoso para com seus empregados, embora soubesse ser justo e severo quando era necessário. Presidia a sociedade familiar que cultivava as famosas pérolas, sendo querido por todos. Sua senhora, dona Kazumi, não se deixava vencer em generosidade, sobretudo com os mais miseráveis. Residiam em uma casa palaciana herdada de seus antepassados, a qual era o orgulho do casal.
Entretanto, uma sombra pairava sobre a família...
Apesar de ser muito numeroso o clã Shinju, o senhor Akira e dona Kazumi tinham um filho único, Fumiko, a quem haviam dedicado todo o seu afeto, esforçando-se muito por colocá-lo no caminho do bem. Mais do que seus mestres, ele tinha nos pais um exemplo a seguir. Quando criança, dir-se-ia que nunca deixaria de ser um digno membro de sua estirpe: dedicado e obediente, sua alegria estava em adivinhar a vontade paterna e cumpri-la, antes mesmo de receber alguma ordem.
Infelizmente, o menino crescera em estatura, mas não em virtude... A mãe começou a notar, desconsolada, que seu comportamento se distanciava, a cada dia, das vias da retidão. Em casa, tornou-se silencioso e indiferente. Muitas vezes ela tentou abrir-lhe os olhos, sem consegui-lo.