sábado, 23 de agosto de 2014

Só para Te ver...

Na pequena cidade de São José de Monte Verde, vivia um homem muito rico chamado Joaquim. Fazendeiro, possuía muitas terras, centenas de bois e uma bela casa na cidade. Mas tinha um grave defeito: era bastante mesquinho e não gostava de nada que se referisse à religião.
Na casa de Joaquim vivia uma criança muito piedosa e engraçadinha, chamada Zita. Era filha de Sara, a fiel governanta, cuja mãe, por sua vez, já tinha servido à família na fazenda. A menina, muito esperta e diligente, sabia de cor todo o serviço que deveria fazer para ajudar à mãe.
Sara era muito religiosa e ensinara Zita a rezar desde pequenina. Nas horas de folga, levava-a à matriz de Nossa Senhora do Perdão e ali passavam horas rezando, venerando as imagens e admirando as pinturas das paredes e do teto da bela igrejinha colonial.
Mas o que gostavam mesmo era de estar com o Santíssimo Sacramento quando estava exposto. Sara ensinara à filha que naquela delicada Hóstia estava Jesus inteirinho, com Seu corpo, sangue alma e divindade. À menina custava-lhe imaginar como fazia Ele para entrar num ostensório tão pequeno... E sua mãe lhe explicava que era um grandíssimo milagre, porque Jesus subiu ao Céu, mas não quis deixar a humanidade abandonada, permanecendo entre os homens no Santíssimo Sacramento.
Zita foi crescendo e logo pediu para receber a Primeira Comunhão, porque não só desejava visitar Jesus, mas queria que Ele também frequentasse seu pequeno coração. Todos os domingos ia à Missa com sua mãe e recebia a Jesus em sua alma. E durante a semana, sempre que podia, dava uma “escapadinha” só para visitar o Senhor, exposto na matriz. O tempo passava e a menina crescia na devoção ao Santíssimo Sacramento a cada dia.
Porém, o senhor Joaquim, profundamente antipatizado com a devoção da menina, começou a impedir que ela fosse à igreja. Muitas vezes mandava que ela fosse à venda comprar alguma coisa, mas marcava os minutos, para não dar-lhe tempo de parar para rezar. Zita, então, só tinha tempo de entrar na matriz e fazer uma rápida genuflexão, dizendo:
— Senhor, vim aqui só para Te ver um pouquinho!
E voltava correndo! O patrão a esperava com o relógio na mão.
Nem aos domingos podia mais sair, pois o malvado decidiu mudar o dia de folga de sua mãe. A menina sofria com saudades de seu Jesus Sacramentado. Mas sempre que podia, corria à igreja e fazia a breve genuflexão, repetindo:
— Senhor, vim aqui só para Te ver... um pouquinho! Muitas e muitas vezes se repetiu essa encantadora cena.
Chegou o mês de junho. Toda a paróquia se engalanou para celebrar a festa de Corpus Christi. As ruas foram decoradas com tapetes de flores e serragem colorida. Bandeiras e velas adornavam todo o trajeto por onde passaria a procissão. O belo pálio foi preparado para proteger o Senhor Sacramentado que percorreria a cidade, nas mãos do senhor vigário.
Zita ardia de desejo de participar, mas o senhor Joaquim lhe negara rotundamente! Ela suplicava no fundo de seu inocente coração que ao menos pudesse ver o Senhor de relance. Terminada a Missa, saiu a procissão, entre os toques dos sinos e os hinos em louvor a Jesus Hóstia. A banda tocava eximiamente. Haviam ensaiado novas melodias especialmente para esta festa.
A menina escutava os acordes e rezava em segredo. De repente, percebeu que a música se aproximava mais e mais. A procissão ia passar em frente da casa! Tomada de fervor, perdeu todo o medo do seu patrão e abriu a janela da sala principal, justo no momento em que o pálio passava.
Repentinamente, o vigário sentiu que seus pés se colaram no chão e não podiam mover-se. A menina, da janela, tinha os olhos fitos em seu saudoso Jesus. O ostensório começou a girar nas mãos do sacerdote, sem que este fizesse algum movimento, ficando de frente para Zita. E de dentro da Sagrada Hóstia se fez ouvir uma celestial voz que dizia:
— Zita, parei aqui só para te ver um pouquinho!
O senhor Joaquim, que havia escutado o ruído, acabava de entrar na sala, disposto a zangar-se com a menina e a fechar a janela bruscamente. Presenciando tal prodígio, lembrou-se de quando ainda rezava, ia à Missa e também da sua Primeira Comunhão. Sentiu em sua alma as alegrias daquele dia e as lágrimas começaram a correr de sua face, pois nunca mais fora visitar o Senhor, nem para vê-Lo só um pouquinho...
Terminada a milagrosa cena, o ostensório tomou sua posição anterior, os pés do vigário se soltaram do solo e a procissão continuou normalmente. Os presentes mal podiam acreditar no que acabavam de ver...
Ao notar que seu patrão estava de joelhos e chorando, a menina tomou-o pela mão e saiu com ele para acompanhar a procissão. Zita cantava os hinos eucarísticos com gosto. E qual não foi sua surpresa, quando começou a escutar uma voz forte e viril acompanhando as estrofes. Isso sim, que era um verdadeiro milagre!
Chegando à igreja, depois de toda a cerimônia, o senhor Joaquim pediu ao vigário para confessar-se e assim se reconciliou com Aquele que por tanto tempo abandonara. Aos pés de Nossa Senhora do Perdão, rezou devotamente, pedindo à Mãe de Deus que o protegesse a o ajudasse a mudar de vida.
Agora, sempre que tem um tempinho, passa ele pela matriz e reza. Mas antes de tudo, diz ao Senhor:
— Senhor, vim aqui só para Te ver! Ajuda-me a nunca mais Te abandonar!


domingo, 17 de agosto de 2014

Teria morrido Maria Santíssima?

É sabido que no Céu, em corpo e alma, encontram-se Jesus, “primogênito dentre os mortos” (Ap 1, 5), Maria, que como criatura puramente humana está muito mais próxima de nós, e, segundo uma sólida linha teológica, também José.1 Ignoramos se Maria morreu ou não, pois a Santa Igreja até hoje se absteve de defini-lo. Quando Pio XII definiu o dogma da Assunção de Nossa Senhora, eludiu essa questão ao incluir a seguinte fórmula na Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminando o curso da  vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.2 Não determina, portanto, se Ela passou pelo transe da morte, para ressuscitar em seguida ou se, livre desta, subiu ao Céu em corpo e alma, como sucederia com a humanidade no Paraíso Terrestre, caso nossos primeiros pais não tivessem desobedecido. Essa transição devia-se a um privilégio pelo qual, segundo São Tomás, a alma “possuía uma força dada sobrenaturalmente por Deus, graças à qual podia preservar o corpo de toda a corrupção, enquanto permanecesse ela mesma submetida a Deus”.3 No entanto, em decorrência da queda de Adão e Eva todos estamos sujeitos à morte e até o próprio Cristo quis padecê-la.
Em face disso, surgem duas correntes na mariologia: uma sustenta que Nossa Senhora não podia deixar de experimentar as dores da morte, uma vez que era chamada a seguir seu Divino Filho em tudo. Outros afirmam que Nosso Senhor A teria livrado da morte, como A livrou também da mancha do pecado. Dado que a Igreja não se pronunciou a respeito disso, pode-se optar por uma ou outra tendência. Particularmente, o Autor é favorável à tese de que deveria existir ao menos uma criatura que realizasse o plano original do Paraíso. Caberia impor a separação da alma e do corpo Aquela que, ao acompanhar Nosso Senhor no Calvário, já havia sofrido muito mais do que os tormentos da própria morte? De qualquer forma, Cristo levou consigo ao Céu a Arca que deu origem à sua humanidade santíssima, como reza o Salmo: “Subi, Senhor, para o lugar de vosso pouso, subi com vossa Arca poderosa!” (Sl 131, 8).
Este dia que a Igreja nos convida a ter presente a figura de Maria assunta ao céu, nos enche de esperança, pois também nós, embora concebidos no pecado, fomos criados com vistas à ressurreição e chamados a gozar um dia da glória do Céu, dessa sublime realidade que hoje contemplamos com os olhos da fé.
1) Cf. SAO FRANCISCO DE SALES. Entretien XIX. Sur les vertus de Saint Joseph. In: OEuvres Complètes. Opuscules de spiritualité. Entretiens spirituels. 2.ed. Paris: Louis Vivès, 1862, t.III, p546; LLAMERA, OP, Bonifacio. Teología de San José. Madrid: BAC, 1953, p.629-630
2) PIO XII. Munificentissimus Deus, n.44.
3) SAO TOMAS DE AQUINO. Suma Teológica. I, q.97, a.1.
Texto extraído do livro O inédito sobre os Evangelhos V.7 de Mons João Clá Dias.


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Visita à cidade mais antiga de Santa Catarina

Colonizada por portugueses, São Francisco do Sul é a cidade mais antiga de Santa Catarina e a terceira cidade mais antiga do Brasil. E, também, foi nessa cidade que começou o processo de colonização do sul.
Em um passeio a essa cidade, as jovens do Projeto futuro e Vida conheceram um pouco mais da história do nosso país, visitaram vários monumentos históricos e apreciaram o mar e a beleza natural da região.

Um dos locais visitados foi a Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça, de 1699, construída por escravos e pelo povo do lugar, com argamassa e óleo de baleia. No interior da igreja, as jovens rezaram em frente a imagem da padroeira, trazida pelos espanhóis, que ergueram uma capela em sua homenagem e em agradecimento após terem sido salvos de um temporal.

domingo, 10 de agosto de 2014

O Vale das Cruzes

Mestre Schmerzen ergueu o martelo lentamente, olhou o pequenino prego que segurava na mão esquerda, corrigiu a pontaria e desferiu um rápido golpe... acertando em cheio o dedo polegar.
— Aiii!
Deu um salto e, nesse movimento brusco, derrubou uma lata de tinta para couros colocada ao seu lado. O líquido negro respingou nos móveis e em vários sapatos, esparramou-se pelo chão e começou a entrar pelas frestas do assoalho. Poucas tintas são tão penetrantes como a usada para tingir couros, e ele sabia bem disso. Sua oficina de mestre sapateiro estava um desastre completo.
Cinco pares de sapatos perdidos! E a lata que caíra era justamente a da tinta mais cara! Oh! Olhou desanimado para as botas e sapatos empilhados na prateleira, seu avental sujo, suas mãos pretas de tinta. Vendo pela janela o filho mais velho que chegava de Würsburg a cavalo, com mais um pacote de couro, pensou mal-humorado: “Infeliz! Está condenado a ser outro sapateiro encardido como eu, e passar a vida entre couros mal-cheirosos e tintas pegajosas”.
Na hora do almoço, mestre Schmerzen permaneceu calado. Prestava atenção na esposa, movendo-se de um lado para outro na cozinha. Ela era encantadora quando moça. Mas agora...
Pela tarde, esqueceu aberta a portinhola da oficina, e os filhos pequenos ali entraram para brincar, sujaram-se e puseram tudo em desordem. Enquanto, furioso, ele os empurrava para fora, lamentava-se: “É... não tenho dinheiro nem para montar uma oficina separada da residência”.
Mestre Schmerzen estava ranzinza e continuava a lamuriar-se. A vida lhe parecia insuportável! No fim da tarde, resolveu ir desabafar seus azares com o primo, dono da pequena cervejaria estabelecida a poucos metros da sapataria. Gorducho e bonachão, enquanto servia um caneco de cerveja bávara para outro freguês, o primo o aconselhou:
— Ora... Pare de reclamar, Schimmy! Você está vendo tudo “cinzento” hoje! Nesta vida, cada um precisa carregar a sua cruz. Carregue a sua com ânimo!...
O argumento do primo não o convenceu. Ele pôs o chapéu na cabeça, despediu-se e saiu, dizendo para si mesmo: “Cruz... Cruz... Sim, cada um tem a sua, mas a minha é tão pesada!” Resmungando saiu da cervejaria, resmungando entrou em casa, e à noite, já deitado, murmurava: “É verdade, cada um deve carregar sua cruz, mas Deus bem podia arranjar-me uma mais leve!”
* * *
Por fim, mestre Schmerzen adormeceu. No meio da noite, sentiu que o cobertor não protegia seus ombros, e, com os olhos ainda fechados, começou a tatear para encontrá-lo. Nada. Abriu os olhos, levantou-se e percebeu que não estava mais em sua casa. Aos poucos, a escuridão foi desaparecendo, e então ele viu à sua frente um jovem alto, vestido de branco e com grandes asas nas costas. Seria mesmo um anjo?
— Sim, sou o seu Anjo da Guarda. Deus ouviu as suas reclamações. Dê uma olhada ao redor.
O mestre sapateiro, então, observou que se encontrava no centro de um imenso vale cercado de altas montanhas. Ao longe, avistou algo parecido com um bosque, mas constituído de árvores e arbustos singulares: de tronco muito reto e aparentemente sem folhas.
— Não são árvores, Schmerzen. Vamos vê-las mais de perto.
Puseram-se a caminhar, e quando se aproximaram, notou que se tratava de... cruzes. Milhares delas. Talvez milhões. De todos os tamanhos e formatos. Claras, escuras. Umas de madeira, outras de metal, umas lisas, outras ásperas. Schmerzen ficou impressionado com a variedade: não havia sequer duas iguais, todas eram diferentes umas das outras. E cada uma trazia escrito o nome da pessoa a quem pertencia.
— Neste vale, Deus guarda a medida dos sofrimentos reservados por Ele para cada homem, cada mulher. É o Vale das Cruzes. E como você se queixou tanto do peso da sua, o Altíssimo lhe permite escolher outra. Vá... procure à vontade e pegue a que quiser.
Schmerzen ficou inseguro por um instante, mas, lembrando-se de todas as amarguras de sua vida, embrenhou-se por aquela floresta de cruzes. Evitou as grandes e vasculhou a região onde se encontravam as menores. Pegou uma: pareceu-lhe muito áspera. Experimentou outra: tinha as arestas muito agudas. Após algum tempo de procura, encontrou uma bem pequena, mas, sendo de chumbo, pesava mais que as outras. Por fim, quase tropeçou numa minúscula. Ergueu-a: não tinha mais de um palmo de altura, era de madeira muito leve, bem lisa e sem pontas. Oh, sem dúvida, a cruz ideal! Agarrando-a com firmeza, como se alguém pudesse querer apossarse dela, disse ao Anjo:
— Quero esta aqui!
— É mesmo esta? Pois bem, meu amigo... leia o que está escrito nela.
O sapateiro colocou-a bem diante dos olhos e, com espanto, leu o nome: Mestre Schmerzen! Essa cruz, a mais leve, a mais lisa, a menos incômoda de todas, era a sua, da qual ele tanto se queixava!
* * *
Um grito de vergonha e espanto saltou de sua garganta e... o despertou. Cheio de suor e com o coração disparado, mestre Schmerzen estava ainda deitado em sua cama. Levantou-se, foi correndo abrir a janela e exclamou, ao ver o resplandecente sol de primavera:
— Que dia bonito!
Mas então se deu conta de que era um dia exatamente como o anterior: o mesmo sol, a mesma primavera; em frente da janela, o filho mais velho, assobiando contente, descarregava mais alguns pacotes de couro. “Na verdade — pensou —, meu filho é dos poucos rapazes da cidade que têm emprego garantido”. O ruído das crianças brincando perto da oficina trouxe-lhe à mente outro raciocínio otimista: “Afinal, é uma grande vantagem trabalhar ao lado de casa, pois assim posso estar o dia inteiro junto à minha família”.
Da cozinha, subia o cheiro delicioso do café da manhã... E a voz da esposa:
— Schmerzen, meu bem... Venha logo, seus ovos mexidos vão esfriar!
“É... ela já não é mais a jovem de outrora — ponderou o mestre sapateiro —, mas é tão bondosa... E como cozinha bem!” Saindo da janela, percebeu que a pequena cruz estava sobre o criado-mudo. O Anjo ali a deixara, como lembrança...
Schmerzen tomou-a em suas mãos, olhando-a por alguns instantes, pensativo. Osculou-a, colocou-a reverentemente sobre a mesinha e, assobiando alegre, desceu para o café, e para continuar a vida.

Martha Lucía Ovalle - Revista Arautos do Evangelho n. 59 nov 2006

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Azambuja

Em 1875, famílias vindas de Treviglio, na Itália, resolveram levantar uma capela em honra de Nossa Senhora - Madonna de Caravaggio - no Vale do Azambuja, a três km de Brusque, onde se fixaram. No altar principal foi colocado o quadro de Nossa Senhora de Caravaggio. Atualmente, este quadro se encontra na gruta anexa ao Santuário sob a invocação de Nossa Senhora de "Azambuja". Azambuja tornou-se um centro de romarias onde os fiéis devotos recebem muitas graças.
No intuito de aumentar a piedade nas jovens que frequentam nosso centro juvenil, o setor feminino dos Arautos do Evangelho promoveram uma peregrinação até o Santuário de Azambuja.

As jovens aproveitaram também para conhecer um pouco mais de história, visitando o museu Arquidiocesano Dom Joaquim, um dos mais ricos acervos em exposição no Estado de Santa Catarina.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Congresso Arautos do Evangelho - setor feminino - julho 2014

A necessidade do auxílio da graça divina
Nenhuma pessoa é capaz do menor ato de virtude cristã sem que seja chamada e ajudada pela graça de Deus. Ou seja, não seria capaz de pronunciar com piedade os Santíssimos Nomes de Jesus e Maria sem o auxílio sobrenatural da graça.
Este auxílio, Deus no-lo dá de forma tal que possamos aceitá-lo ou rejeitá-lo livremente. Daí decorre a necessidade da oração humilde e confiante para pedir as graças necessárias para o aperfeiçoamento espiritual e a perseverança.

As graças se sobrepõem sobre a natureza como no vitral. Olha-se o vitral e fica-se encantado com ele, mas o que tem atrás do vitral? A luz do Sol. Quando a luz do Sol se retira dele, o vitral fica sem vida. 

Esse foi o tema tratado no Congresso dos Arautos do Evangelho setor feminino em São Paulo. Através de uma encenação teatral, foi demonstrado o valor da graça, da oração e da vigilância na perseverança, no aperfeiçoamento espiritual e a salvação de cada um de nós. 


sábado, 19 de julho de 2014

A alegria de ser católico

Desde a formação da juventude, incluindo visitas a colégios, até missões marianas, retiros espirituais e auxílio às iniciativas paroquiais, as jovens arautos não medem esforços na Nova Evangelização. Contudo, esse apertado programa não impede que tenham momentos de lazer com atraentes e inocentes recreações onde, até mesmo, os pais das jovens que frequentam o centro juvenil também participam.

Abaixo algumas atividades na Chácara Chaparral.