terça-feira, 14 de junho de 2016

Qual o significado do nome Francisco?

O nome das pessoas pode estar associado a personagens famosos aos quais se deseja render homenagem - Hércules, Cícero, Penélope - ou, na maioria das vezes, aos Santos sob cuja especial proteção quer-se colocar a criança na hora do Batismo. Nos primeiros tempos da Igreja foi também muito comum adotar nomes simbólicos como Cristóforo (aquele que porta Cristo), Amadeu (que ama a Deus) e Bento ou Benedito (abençoado).
Nos tempos atuais, um dos nomes mais populares é, sem dúvida, o de Francisco, cuja origem remonta ao Santo de Assis. Na realidade ele foi batizado como João, em honra a São João Batista, e deveria ter sido esse o nome com o qual passaria para a História. Mas a mãe do Poverello era francesa e de tal forma o menino tornou-se fluente na bela língua materna, que todos os membros da família começaram a chamá-lo carinhosamente de Francesco, que quer dizer pequeno francês.
São Francisco de Assis não é o único Santo que mudou de nome durante a infância. Santa Rita de Cássia, por exemplo, foi batizada como Margherita, mas em casa a chamavam de Rita e foi com esse diminutivo que ficou conhecida em toda a Igreja.

Revista Arautos do Evangelho Fev 2016 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Deus pode ser enganado?

Nos tempos medievais floresciam as catedrais e os povos caminhavam à luz do Evangelho. Ao sul da França viviam os Clochers, família dotada de muita arte. Dedicavam-se eles à complexa tarefa de fundir sinos. Conheciam os metais em seus mais específicos aspectos e sabiam as ligas, a espessura, o peso e a dimensão da boca ou do badalo de cada sino, para que tivesse o timbre desejado e tocasse a nota que lhe correspondia. Não só faziam sinos para as igrejas com um único campanário, como eram especialistas em carrilhões.
Os Clochers se ufanavam de ser descendentes do patriarca que, havia alguns séculos, servira a Carlos Magno, o ilustre imperador do Sacro Império, motivo pelo qual a fama de sua linhagem se espalhara pela Europa.

Louis Clocher pertencia à décima segunda geração e herdara não só o talento e a virtude de seus ancestrais, como também a tradicional oficina. Tivera três filhos, aos quais educara eximiamente. Pierre, o caçula, nascera-lhe na velhice e era seu preferido; Jacques, o do meio, era muito reto, mas um tanto desastrado com os sinos... Ambos eram piedosos como o pai e se dedicavam ao campo. François, o mais velho, possuía o dote artístico dos avós e, desde a infância, ajudava o pai, demonstrando muita aptidão para o ofício. Porém, não tinha suas qualidades sobrenaturais, pois não gostava de rezar nem de assistir à Missa...
Debilitado em sua saúde e pressentindo a morte próxima, o velho Clocher mandou chamar um sacerdote a fim de receber os Santos Óleos. Revigorado por tal consolo espiritual, chamou junto a si os filhos a fim de dar-lhes suas últimas recomendações.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Presença visível dia e noite

Santa Francisca Romana, nascida em 1384 no seio de uma distinta família, era uma alma especialmente favorecida por Deus, desde a juventude. Tal obséquio da Divina Providência se tornou ainda mais notável quando, depois da morte de um de seus filhos, chamado Evangelista, passa a ter convívio diário com seu “zeloso guardador”.
Certa noite encontrava-se ela a dormir e, quase ao raiar do dia, o quarto foi inundado por uma grande claridade, em meio à qual apareceu o filho Evangelista, falecido havia quase um ano, com uma formosura incomparavelmente maior do que a manifestada nesta Terra. Ao lado de Evangelista estava também outro jovem ainda mais formoso: era o Anjo da Guarda deste.
Passados alguns instantes em que permanecera atônita com a visão, tomada de alegria, pergunta a Evangelista onde estava, o que fazia e se ainda se lembrava de sua mãe. Olhando para o Céu, ele responde: “Nossa ocupação é contemplar o abismo eterno da bondade divina, louvar e bendizer sua majestade com transportes de alegria e amor. Inteiramente absortos em Deus nessa celeste beatitude, não somente não sofremos dor, como não podemos tê-la e gozamos de uma paz que durará sempre. Não queremos, nem podemos querer senão o que sabemos ser agradável a Deus, que é nossa inteira e única beatitude. Saiba que os coros que estão acima de nós nos manifestam os segredos divinos”.Foi então que disse à sua mãe o lugar onde se encontrava no Céu: o segundo coro da primeira hierarquia, isto é, entre os Arcanjos. Acrescentou também que o outro jovem, mais formoso, estava em grau mais elevado no Céu, razão de seu maior esplendor, e que havia sido designado por Deus para a consolar em sua peregrinação terrena. Permaneceria com ela perpetuamente e, doravante, poderia ter a consolação de vê-lo dia e noite, sem cessar.

Excertos do livro “A Criação e os Anjos”, Coleção “Conheça a sua Fé”, v.III . Arautos do Evangelho

sábado, 14 de maio de 2016

Curso de culinária

O Projeto Futuro e Vida tem por objetivo um ensino vivo e rico em ética, história e cidadania. Visa fazer do aluno um polo cultural, um multiplicador de valores dentro da própria escola. Os alunos interessados inscrevem-se para um sorteio que é realizado na própria escola.

Entre as diversas atividades desenvolvidas no centro juvenil dos Arautos do Evangelho, está o curso de culinária no qual as jovens aprendem a fazer petiscos que são servidos no lanche.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Atividades em Joinville

Um princípio fundamental na formação dos Arautos do Evangelho consiste em zelar para que todos estejam sempre ocupados. O método preventivo de São João Bosco tem como uma das máximas, a fuga do ócio, o qual consiste em incentivar a oração, o estudo, o trabalho e inclusive a recreação.

No intuito de criar e fomentar um ambiente propício para favorecer em seus formandos a ação da graça e as maravilhas que dela decorrem, a fim de marcar da melhor maneira possível o caminho para a perfeição moral, o setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville promovem, nos feriados e nos fins de semana, além de exposições catequéticas, alguns passeios e jogos para as jovens participantes do Projeto Futuro e Vida e as alunas do Colégio Arautos.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Primeira Comunhão na Basílica Nossa Senhora do Rosário

Certa vez, perguntaram a Napoleão Bonaparte:
- Qual foi o dia mais feliz de sua vida?
Todos nós imaginamos que foi o dia de sua coroação. A satisfação de ficar imperador. Subir uma escadaria para chegar acima dos outros e, afinal, vencer.
Resposta de Napoleão:
─ Foi o dia de minha Primeira Comunhão.
Porventura não se passa o mesmo conosco? Que alegria poder receber Nosso senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade!

Essa imensa graça tiveram 6 jovens de Joinville que receberam pela primeira vez a Eucaristia durante a Santa Missa celebrada pelo fundador dos Arautos do Evangelho, Mons João Clá Dias, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário em São Paulo.