sábado, 19 de julho de 2014

A alegria de ser católico

Desde a formação da juventude, incluindo visitas a colégios, até missões marianas, retiros espirituais e auxílio às iniciativas paroquiais, as jovens arautos não medem esforços na Nova Evangelização. Contudo, esse apertado programa não impede que tenham momentos de lazer com atraentes e inocentes recreações onde, até mesmo, os pais das jovens que frequentam o centro juvenil também participam.

Abaixo algumas atividades na Chácara Chaparral.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Estive doente e me visitastes

Nosso Senhor Jesus Cristo tem uma compaixão tão grande para com os que sofrem que se identifica com eles: "Estive doente e me visitastes" (Mt 25,36).
Muitas vezes, Deus permite que se abatam sobre o homem as mais aflitivas doenças corporais, para que se volte humildemente a Nossa Senhora e suplique sua cura. Em sua maternal bondade, Maria atende seu pedido e quando não alivia o mal físico, não deixa de consolar a quem Lhe pede, mostrando ao doente o benefício da cruz, para a sua santificação — que é o bem-estar da alma.

O setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville, portando a Imagem do Imaculado Coração de Maria e entoando cânticos, levou um pouco de conforto aos enfermos da fundação Pró-Rim – onde foi realizado o primeiro transplante de Santa Catarina. Todos puderam comprovar a bondade de Maria, Saúde dos Enfermos.

sábado, 12 de julho de 2014

Como está a nossa caridade?


O que dizer da caridade? São tantas maravilhas que “se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever”(Jo 21,25)como já afirmava São João no final de seu Evangelho.
De fato, a caridade é a mais excelente das virtudes, a mais perfeita, pois faz com que participemos do coração de Deus obtendo um amor como o dEle.
Plinio Correa de Oliveira faz a seguinte comparação:
Assim como a água verdadeiramente pura não é aquela que nasce nos vales sombrios, mas aquela que, saída do mais profundo das entranhas da terra, se eleva até o cume dos montes, de onde brota em veios cristalinos, assim também a verdadeira caridade não é o sentimento que tem sua origem nas afeições naturais, transitórias e caprichosas dos homens uns pelos outros, mas sim o amor que, saído do mais profundo do coração humano, se eleva a Deus, e de lá, em veio límpido e cristalino, desce, como do alto de uma montanha, sobre todas as criaturas.
Deus é caridade, porém, neste momento, como está a nossa caridade, o nosso amor de gratidão a Deus? Se está fraco, devemos rezar pedindo a Nossa Senhora, que tem um amor perfeitíssimo a Deus, e ao Sagrado Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade, que, assim como o ferro é purificado no fogo, purifiquem nosso amor e que o Espírito Santo incendeie nossa alma com essa chama de amor para que amemos a Deus como Ele nos ama, embora “ o amor que desce seja maior do que aquele que sobe”. Devemos, no entanto, confiar e dizer como São Paulo: “Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá”. 
Maria Jacinta Pfeiffer – 2ª série ensino médio
Apresentamos, a seguir, algumas fotos das atividades desenvolvidas pelo setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A pedra no caminho

Desde que o rei ascendera ao trono, tudo corria bem naquele reino distante, outrora assolado por contínuas guerras.
O soberano era ao mesmo tempo forte e bondoso. Dominava como ninguém a arte militar e possuía tropas bem treinadas, mas preferia alcançar a paz através de amistosos tratados. Por isso, visando a glória de Deus e o bem do seu povo, havia assinado já acordos de cooperação com a maior parte dos estados limítrofes.
As aldeias do reino estavam em pleno desenvolvimento e os negócios com os estados vizinhos eram bastante prósperos. O clima ameno favorecia o plantio dos mais diversos vegetais, e até a natureza parecia estar ajudando a tornar aquela região semelhante a um paraíso.
Os habitantes eram laboriosos, solidários e piedosos. As igrejas estavam sempre cheias e os Sacramentos eram muito frequentados. Reinava entre todos um espírito de fraternidade cristã que fazia lembrar o mandamento novo de Jesus: “Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13, 34).
Porém, o tempo passou e o temperamento dos habitantes do reino foi mudando... Acostumando-se a viver na prosperidade, perderam o espírito de sacrifício e de luta. Já não queriam saber de vencer quaisquer dificuldades, por pequenas que fossem, e o menor problema despertava entre eles muitas queixas.
O rei ficou preocupado. A paz e a tranquilidade, que tanto esforço tinha custado, deram ocasião à mediocridade de espírito da população. Ao mesmo tempo, as rixas entre os seus súditos aumentavam. O espírito comodista tornara-os irritadiços e egoístas.
        Decidiu expor ao Bispo suas inquietações e ambos conversaram longamente. O prelado também sofria com a decadência moral do povo, sobretudo vendo os Sacramentos serem cada vez menos frequentados.
Ora, o que fazer? Como ajudar o povo a perceber a decadência em que estava caindo? Como afastá-lo do egoísmo e compenetrá-lo da necessidade do sacrifício e da luta nesta vida? Depois de muito pensar e trocar ideias, prelado e soberano arquitetaram um projeto...
Naquela mesma noite, o monarca chamou à sua presença um pelotão escolhido de soldados e um grupo de servidores da maior confiança para lhes expor o plano, exigindo deles o mais rigoroso segredo.
Logo que amanheceu, as instruções do rei começaram a ser executadas. Os soldados dirigiram-se à principal via de acesso ao reino e a cercaram. Ninguém podia se aproximar do lugar onde alguns operários executavam um misterioso serviço. Os habitantes da região, curiosos, tratavam de adivinhar ao longe em que consistia, contudo nada alcançavam ver.
Por fim, o caminho ficou liberado... Bem, não exatamente: no meio dele havia agora uma enorme pedra!
Passaram por ali mercadores e homens ricos do reino. Ainda que com certa dificuldade, contornavam a rocha, aparentando indiferença. Alguns, mais exaltados, esbravejavam contra o rei, queixando-se pelo estado em que era mantida a estrada, mas também nada faziam para remover o empecilho.
Em pouco tempo a notícia correu por todo o reino. Não havia quem não reclamasse contra aquela volumosa rocha que tanto atrapalhava o passo das carruagens em uma das vias mais importantes do país; entretanto, ninguém tomava a menor iniciativa para resolver o problema.
Um belo dia, chegou junto à pedra o senhor Fabiano. Era um pequeno agricultor, de olhos vivos e corpo esguio, que todas as semanas utilizava a mesma estrada para levar ao mercado as frutas e verduras da sua horta.
Ao ver tal obstáculo no meio do caminho, desceu de sua carroça e, junto com seus filhos, dispôs-se a retirá-lo. Empurraram a pedra com força, mas ela nem se mexia... Procuraram madeiras para usá-las como alavanca, e foi em vão. Cansados pelo esforço, porém sem desanimar, pararam um pouco para tomar alento.
Senhor Fabiano estava indignado. Como era possível uma simples rocha resistir-lhes desse modo? Não haviam eles retirado milhares de pedras em sua horta, e até maiores, para torná-la mais fértil? Não construíram uma barragem desde o rio vizinho, para melhor regar os legumes? E, depois, o obstáculo não só atrapalhava a eles, senão a todos os que por ali passavam...
Um tanto recuperados, senhor Fabiano e seus filhos voltaram à tarefa. Juntos rezaram uma “Ave Maria”, como sempre faziam antes de iniciar o trabalho no campo, e unidos em um só esforço conseguiram afinal remover a grande rocha.
Alegres e satisfeitos, já se dispunham a subir de novo na carroça, quando entreviram, em meio à poeira levantada, algo singular. Era uma bolsa de fino couro repleta de moedas de ouro, com um pergaminho, onde estava escrito: “Este é o prêmio para os valorosos que removerem da estrada a incômoda pedra. A vida está cheia de obstáculos e precisamos estar sempre em luta para vencê-los”. Estava assinado pelo próprio rei!
O fato rapidamente se tornou conhecido e o povo aprendeu a lição: tornaram-se moles e acomodados. O menor esforço lhes causava aflição. Diante de qualquer dificuldade preferiam reclamar em lugar de tentar resolvê-la.
No domingo seguinte, as filas dos confessionários se encheram e as Missas em todas as igrejas estiveram repletas. E o senhor Bispo, na principal Celebração da Catedral, aproveitou a ocasião para dizer no sermão:
— Os obstáculos em nossa vida são excelentes ocasiões para compreendermos ser a existência do homem nesta Terra uma luta. Sejamos solidários uns com os outros e ajudemo-nos nas dificuldades. Mas, sobretudo, lembremos sempre de pedir o auxílio de Maria Santíssima antes de enfrentar qualquer problema, por pequeno que ele seja.
Com a ajuda da graça divina, o plano do rei e do Bispo chegara a bom termo: aquela pedra havia sido instrumento para que o povo caísse em si e voltasse a ser valente, disposto a fazer qualquer esforço para o bem do reino e maior glória de Deus. 

 Irmã Michelle Viccola, EP - Revista Arautos do Evangelho n.112 abr 2011

terça-feira, 8 de julho de 2014

Consolando os enfermos

As missionárias do setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville levaram um pouco de alento e de alegria aos que sofrem, portando a Imagem do Imaculado Coração de Maria. Enquanto as jovens entoavam cânticos e faziam breves orações, os enfermos e seus familiares recebiam a consoladora visita da Imagem Peregrina que reacendeu a esperança em muitas almas, mesmo nas de não-católicos. Esta Mãe tão misericordiosa nunca abandona seus filhos sofredores.













































sábado, 28 de junho de 2014

Um Sacramento que vale mais do que todo o universo criado

São Tomás afirma que uma gota de graça vale mais do que a criação de todo o universo e o que é a Eucaristia? É o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não é uma gota de graça, é o Autor da graça. E, portanto, é algo que vale mais do que toda a ordem da criação, inclusive a ordem da graça. Juntemos todas as graças que os Anjos recebem, todas as graças que receberam, todas as graças que a Humanidade recebe, receberá e recebeu, todas as graças que existem em Nossa Senhora: não dão, nem de longe, o que está numa partícula consagrada.
Não há palavras humanas para definir bem a grandeza que está contida no Santíssimo Sacramento.
Aproximando-nos do Santíssimo Sacramento, temos todas as nossas misérias “lavadas” – faltas veniais evidentemente, porque com falta mortal não se recebe jamais a Eucaristia – e a alma sai aperfeiçoada. Nós não vemos almas e, portanto, nós não podemos contemplar essas belezas. Mas é Nosso Senhor que aparecendo a Santa Catarina de Sena disse-lhe: “Minha filha, se vísseis uma alma na graça, teríeis a inclinação de adorá-la julgando que fosse divina”.

A festa de Corpus Christi foi comemorada com todo fervor na casa do setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville. Todos puderam participar da Eucaristia e da procissão solene com o Santíssimo Sacramento.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Alguma novidade?

As novidades de hoje têm um defeito que as de antigamente não tinham. Ficam velhas e sem graça muito rapidamente. Bastam algumas horas. Então, é preciso contar, ou inventar, outras novidades mais sensacionais que as anteriores, até que a pessoa diga para si própria: “Chega!!” E farta de tanta notícia, feche mal-humorada o jornal, ou desligue a televisão.
Não haverá boas novidades para contar?
A Igreja tem sempre riquezas novas para oferecer a seus filhos. Manifestam-se de forma viva em seus novos carismas, na arte e na cultura que Ela continuamente inspira, e em tantas coisas mais.
Faça um passeio por algumas novidades que os Arautos do Evangelho oferecem aos que participam de suas atividades aos fins de semana.
Aula de culinária












Como confeccionar um terço

























Curso de filosofia