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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Entremos nessa escola!

É preciso cuidar de não constituirmos como falsos deuses a técnica, a saúde, o dinheiro, os estudos ou as capacidades pessoais. Nada de idolatria e de orgulho! Quem estabelece divindades para si, esquecendo-se do Deus único, torna-se cego de Deus. Este mal é pior que a perda da vista, porquanto o que dele padece termina por não entender as verdades que o Pai só revela aos pequeninos. De que adianta a alguém participar de uma corrida, tendo-se preparado para atingir a máxima velocidade, se, quando o árbitro soa o apito, avança com toda rapidez fora da pista e na direção errada? Assim acontece com o desventurado que se apresenta ao Supremo Juiz — antes fosse com as mãos vazias! — com as mãos sujas de orgulho e idolatria.

Sejamos humildes como o Senhor Jesus é a Humildade, mansos como Ele é a Mansidão, procurando em todas as coisas ser santos como Ele é a Santidade. Na prática destas virtudes, a exemplo do Divino Mestre, encontraremos a paz e a santa alegria para nossas almas.
Mons João Clá Dias - Texto extraído da Revista Arautos do Evangelho jul 2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Deus nos amou desde toda a eternidade

Para melhor avaliarmos a extensão e o valor desta caridade consideremos ser ela eterna e não circunscrita no tempo. O homem pode sentir afeto ou repulsa apenas por objetos cuja existência conhece. Com Deus, entretanto, o fenômeno dá-se de forma diversa. Ele, afirma São Tomás, “conhece todas as coisas, não apenas as que existem em ato, como também aquelas que estão em sua potência ou na potência das criaturas. [...] Seu olhar recai desde toda eternidade sobre todas as coisas, como estão em sua presença”. 1
Assim, o Criador nos amou de modo incalculável muito antes de dar-nos a existência. Considerando o mundo dos possíveis divinos, escolheu-nos a cada um em particular, tendo-nos presente em sua Redenção. Pois, acrescenta o Doutor Angélico, “embora as criaturas não tenham existido desde toda a eternidade, senão em Deus, entretanto, por terem existido em Deus desde toda a eternidade, Ele as conheceu desde toda a eternidade em suas próprias naturezas; e por isso mesmo as amou”.2
Não há nenhum indivíduo igual a outro, porque através da participação exclusiva nos atributos divinos estabelece-se um relacionamento do Criador conosco, e nosso com Ele, extraordinário, pessoal e único, que é a melhor das preparações para a eterna bem-aventurança. Porque Deus não nos ama apenas segundo o bem posto por Ele em nossa natureza humana ao nos criar, mas de acordo com o estado de perfeição que teremos na Visão Beatífica — se até lá chegarmos —, purificados pelo Preciosíssimo Sangue da Redenção.
Em síntese, para o Sagrado Coração de Jesus cada um de nós é filho, e filho único, amado de forma inimaginável desde muito antes de nascer!
2 SÃO TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. I, q.14, a.13.

3 Idem, ibidem, I, q.20, a.2, ad.2.

Extraído da Revista Arautos do Evangelho n.126. jun 2012. Mons. João Clá Dias. Comentários a Solenidade do Sagrado Coração

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

1º dia do Curso de Férias do setor feminino dos Arautos do Evangelho Janeiro 2013

1º dia do Curso de Férias do setor feminino dos Arautos do Evangelho Janeiro 2013

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus foi o assunto desse curso de férias elaborado pelas próprias estudantes do Colégio dos Arautos do Evangelho - Monte Carmelo.

Mostrando-nos o Coração de Jesus a arder de amor a despeito dos espinhos com que O circundamos por nossas ofensas, a Igreja abre para nós a perspectiva de um perdão misericordioso e largo, de um amor infinito e perfeito, de  uma alegria completa e imaculada, que devem constituir o encanto perene da vida espiritual de todos os verdadeiros católicos.


Assista ao vídeo deste primeiro dia de curso clicando no link abaixo.