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sábado, 16 de maio de 2015

Atividades Arautos do Evangelho

Os Arautos do Evangelho proporcionam diversas atividades às jovens que frequentam nossos centros juvenis: passeios, visitas culturais e religiosas, exposições formativas, conversas, recreações e, evidentemente, o ponto auge é a Celebração Eucarística assistida com muita piedade e compenetração.


sábado, 20 de dezembro de 2014

Aniversário de ordenação sacerdotal Pe Anderson

No dia 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição, o estimado Pe. Anderson Paloschi, pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, comemorou o 3º aniversário de sua ordenação sacerdotal. Em sua missão, ele tem levado a todos a alegria de Cristo e mostrado que a Palavra de Deus não está só escrita, mas, graças às testemunhas que o Senhor inseriu no ministério apostólico, permanece palavra viva.
Assim, o próprio pároco presidiu a Eucaristia em Ação de Graças, cuja animação litúrgica ficou sob os cuidados do setor feminino dos Arautos do Evangelho.

No final da cerimônia os fiéis disputaram com satisfação um cumprimento de felicitações ao Pastor.

domingo, 9 de novembro de 2014

Avançar sempre; recuar, nunca!

Esse era a brado das jovens que participam das aulas de taekwondo, no centro juvenil dos Arautos do Evangelho, e que iriam ser avaliadas para a troca de faixa. Todas tinham treinado muito e esperavam ansiosas por esse dia. Queriam conquistar mais uma graduação.

Assim como no esporte exige-se concentração, afinco e vontade de vencer para progredir, na vida espiritual podemos fazer a mesma aplicação. O que é preciso fazer para progredir no amor a Deus? Santo Agostinho ensina-nos que é necessário “castigar nosso corpo, praticar as virtudes - particularmente a da caridade - e orar”. É preciso avançar sempre, sem nunca parar. Quanto mais se ama, mais se progride, porque a caridade é ativa, não podendo permanecer ociosa. Pelo mesmo motivo, deter-se é retroceder.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dia dos Pais - Arautos 2014

O Dia dos Pais foi mais uma vez festejado pelos Arautos num ambiente de grande alegria, reunindo pais e filhos num animado convívio, que teve lugar na casa do setor feminino da instituição em Joinville. A comemoração foi iniciada com a Santa Missa, celebrada pelo Pe Mário Sérgio Sperche, EP, seguida por um saboroso churrasco, preparado pelos pais, durante o qual as jovens fizeram um sorteio, apresentaram uma pequena peça teatral, e cantaram algumas músicas para homenagearem os pais. 

sábado, 12 de julho de 2014

Como está a nossa caridade?


O que dizer da caridade? São tantas maravilhas que “se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever”(Jo 21,25)como já afirmava São João no final de seu Evangelho.
De fato, a caridade é a mais excelente das virtudes, a mais perfeita, pois faz com que participemos do coração de Deus obtendo um amor como o dEle.
Plinio Correa de Oliveira faz a seguinte comparação:
Assim como a água verdadeiramente pura não é aquela que nasce nos vales sombrios, mas aquela que, saída do mais profundo das entranhas da terra, se eleva até o cume dos montes, de onde brota em veios cristalinos, assim também a verdadeira caridade não é o sentimento que tem sua origem nas afeições naturais, transitórias e caprichosas dos homens uns pelos outros, mas sim o amor que, saído do mais profundo do coração humano, se eleva a Deus, e de lá, em veio límpido e cristalino, desce, como do alto de uma montanha, sobre todas as criaturas.
Deus é caridade, porém, neste momento, como está a nossa caridade, o nosso amor de gratidão a Deus? Se está fraco, devemos rezar pedindo a Nossa Senhora, que tem um amor perfeitíssimo a Deus, e ao Sagrado Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade, que, assim como o ferro é purificado no fogo, purifiquem nosso amor e que o Espírito Santo incendeie nossa alma com essa chama de amor para que amemos a Deus como Ele nos ama, embora “ o amor que desce seja maior do que aquele que sobe”. Devemos, no entanto, confiar e dizer como São Paulo: “Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá”. 
Maria Jacinta Pfeiffer – 2ª série ensino médio
Apresentamos, a seguir, algumas fotos das atividades desenvolvidas pelo setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville.

domingo, 18 de maio de 2014

Fim de Semana nos Arautos

Entremeando exposições doutrinárias com encenações teatrais, jogos, e atos de piedade, cria-se um ambiente animado e ameno, muito propício à elevação de espírito, ao bom convívio e à alegria que tornam atraente a prática da Religião. Assim, foi um fim de semana na casa do setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Convívio na Chácara Chaparral

Deus quer se comunicar aos homens não só diretamente, mas também aproveitando o convívio de uns com os outros, assim, no dia 26 de abril, o setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville convidou as jovens que participam das atividades em seu centro juvenil com seus familiares e amigos para estarem todos juntos na chácara de Chaparral, participando de uma programação especial na festa de Nossa Senhora do Bom Conselho de Genazzano.

Iniciou-se com a Santa Missa e logo após o alimento espiritual que fortificou as almas, foi oferecido um almoço-lasanha compartilhado generosamente por várias familias. Houve também uma “caça ao tesouro” e uma exposição sobre a devoção a Nossa Senhora do Bom Conselho.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Uma luz de esperança

Por todo o Brasil e pelo mundo afora, os mais variados tipos de residências e casas comerciais abrem suas portas para a Imagem do Imaculado Coração de Maria, que sorri com sua maternal mensagem de paz e esperança.

No mês de abril, o setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville percorreu as ruas do bairro Aventureiro levando a Imagem de Nossa Senhora onde foi calorosamente acolhida pela população local.Várias famílias receberam-na em suas casas e transeuntes paravam para fazer uma prece diante dela.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Santa Catarina de Alexandria

A vida de Santa Catarina de Alexandria foi narrada através de encenações teatrais às jovens do Projeto Futuro e Vida que a acompanharam com vivo interesse . Apresentamos abaixo a história da santa com as fotos do teatro. 
Narradora: Existia em Alexandria uma nobre jovem, que além de sua beleza e cultura resplandecia por sua sabedoria, pureza e outros inúmeros privilégios com que Deus havia adornado sua alma.
         Certa vez, Santa Catarina rezava nos aposentos reais, ouviu um enorme tumulto do exterior do palácio. Espantada com a horrível agitação pediu a sua serva que verificasse o que estava acontecendo. Soube, então, tratar-se de um edito do imperador, pelo qual todos deveriam oferecer incenso aos ídolos ou serem severamente castigados.
         Santa Catarina, zelosa pelas coisas do Senhor não podia admitir que o erro se difundisse e a verdade fosse esquecida. Decidiu partir em direção ao Palácio imperial para contrapor o imperador e obrigá-lo parar com a idolatria.
                                                      Cena I
(Santa Catarina chega ao palácio e se depara com os sacrifícios idolatras. Enche-se de santa indignação e se dirige ao imperador).
Santa Catarina: É dessa forma que retribuis a Deus o tão alto cargo que Ele vos confiou, conduzindo vossos súditos a eterna condenação de suas almas? Não vedes que esses ídolos não passam de tolices e loucuras? Contemplai o céu, a lua e o mar e compreendei com que submissão seguem as leis a eles conferidas e quão maior é Aquele que os criou. Adorai ao Deus único e verdadeiro e ensinai a todos este meio de salvação.
(O imperador escuta atentamente e admirado não tem argumentos para refutar. De repente se enfurece novamente)
Imperador: Basta mulher, quem és tu para dirigir-te a mim desta maneira? De onde vens e onde recebeste tanta sabedoria, a que família pertences?
Santa Catarina: Declararei a nobreza de minha linhagem não por vaidade, senão por amor a verdade. Meu nome é Catarina, a filha única do rei Costo. Possuo uma elevada cultura adquirida mediante muito estudo, mas tudo isso nada me importa. O que me interessa é meu Senhor Jesus Cristo a cujo amor vivo consagrada. Como é possível que continueis a adorar esses estúpidos deuses que nunca vos socorrerão nem ajudarão nas necessidades?
Imperador: Sendo assim, isso significa que estamos equivocados e só tu dizes a verdade? Pretendes que demos atenção às tuas palavras, tu que és uma simples mulher?
Santa Catarina: Um imperador sábio não se deixa perturbar. Lembrai-vos o que disse o poeta “Se seguires o ditado da razão, te comportarás como um rei; mas, se te deixares influenciar pelas paixões do corpo, atuarás como um escravo”.
Imperador: Parece-me que és astuta e que queres nos enganar com essa tua malvada habilidade de citar filósofos. Pois bem, aguarde e verás o que tenho preparado para ti.
Cena II
Narradora: O imperador compreendeu que para sustentar um debate contra a jovem Catarina seria necessário reunir os mais famosos sábios e filósofos do Império. À chamada de César, acudiram à cidade cinquenta oradores célebres por sua sabedoria. Ao saber o que tramara o imperador, Catarina se encomendou ao Senhor dizendo:
Santa Catarina: Senhor, bem sei que a sabedoria deste mundo é loucura ante vossos olhos, por isso peço-Vos que me envieis um raio de vossa sabedoria para iluminar os olhos de todos e mostrar que não existe outro Deus fora de Vós, Senhor. Vós abominais os lábios mentirosos, portanto, não posso permitir que tantos homens vivam na mentira, enganados pelos cultos pagãos.
(De repente, se aproxima o Anjo por trás e a toca no ombro).
Anjo: Coragem! Não tenhas medo. Defenda tuas convicções com serenidade e firmeza, pois Deus se agradou muito com a veracidade de teus atos. Tu convencerás teus inimigos e os prepararás para o martírio.
Santa Catarina: Se Deus está comigo nada tenho a temer, nem mesmo as dores do martírio. Lutarei em defesa da fé, justiça e verdade. 

Cena III
(O sábio entra e se senta no público, fingindo que o todo o público é sábio).
Sábio: Nossa! Quantos sábios vieram até aqui para combater os argumentos de uma mera jovenzinha. Como pode ter ocorrido isso a nosso imperador! Fazer vir desde os lugares mais remotos da terra, a nós, os sábios mais famosos do mundo para disputar com uma menina que nem sabe o que diz!
(Abre as cortinas. Entra o soldado com Santa Catarina levando-a ao imperador).
Imperador: Essa jovem diz que nossos deuses são demônios. Se conseguirdes refutar tais afirmações vos darei a recompensa prometida.
Santa Catarina: Mesmo estando sozinha contra cinquenta oradores, nada temo. Competirei, triunfarei e receberei a meu Senhor Jesus Cristo, Deus feito Homem, que é a recompensa dos que por Ele combatem.
Narradora: Durante o debate, muitos sábios levantaram diversas teses negando a doutrina por ela defendida. Tal foi a sabedoria e segurança empregadas por Catarina que, em certo momento, os adversários foram obrigados a guardar silêncio, pois nenhum deles sabiam contestar suas perguntas. A vista disso, o imperador ficou terrivelmente enfurecido.
Imperador: (Falando aos sábios).  Não tendes vergonha de terem sido derrotados desta forma por esta menina?
Sábio: Até hoje nunca havíamos (dirigindo-se ao público) perdido um debate. Mas a esta donzela, por quem fala o espírito de Deus, não fomos capazes de derrotar. Agora cabe a vós nos demonstrar se nossos deuses superam ao da jovem, caso contrário, nos converteremos ao cristianismo.
Imperador: Basta! Ainda hoje todos vós, ignorantes e traidores, serão queimados vivos na praça principal.
(Soldado pega o sábio e o leva embora, mas antes ele diz:)
Sábio: Morrerei, mas não em vão. Graças a esta jovem encontrei o verdadeiro Deus e irei a seu encontro.
Narradora: Um grande milagre então sucedeu. Ao serem jogados na fogueira, Após terem feito um sinal da cruz, morreram, porém, seus corpos não foram consumidos pelas chamas.
         O tirano imperador, depois do fato ocorrido, quis falar novamente com a virginal Catarina.
Imperador: Ó virtuosa donzela, em virtude dos fatos, decidi levar-te em meu palácio para que ocupes o cargo de primeira dama e terás todo poder abaixo da imperatriz. Serás como uma deusa...
Santa Catarina: (interrompendo-o) Não pronuncieis semelhantes bobagens. Eu sou consagrada a Cristo e jamais o abandonarei em troca de glórias terrenas.
Imperador: (Furioso, se dirige ao soldado) Joguem-na no calabouço com correntes de ferro e não permitam que se comunique com ninguém nem que receba alimento algum.
Narradora: Catarina foi cruelmente flagelada e foi levada a um escuro calabouço. Enquanto sofria as torturas da masmorra, unidas à fome, o imperador teve que ausentar-se de Alexandria e viajar a outra região por questões urgentes. A imperatriz, que sentia imensa simpatia pela santa prisioneira, secretamente se dirigiu à prisão onde ela se encontrava, acompanhada de uma de suas damas, a que mais confiava. Ficou surpreendida ao ver o ambiente inundado de luz e anjos que acompanhavam e curavam as chagas da jovem Catarina.
Ambas iniciaram uma longa conversa, por onde a Santa expôs a doutrina cristã levando, assim, a imperatriz à conversão. Revelou-lhe, também, que receberia uma coroa superior a imperial, a do martírio.
Enquanto regressavam, a imperatriz disse à dama que não contasse a ninguém o que havia ocorrido naquela noite. A dama, por sua vez, jurou fidelidade.
Cena IV
Dama: (fala consigo mesma) Que ótima fortuna juntei roubando moedas da imperatriz. Ela nem suspeita e continua confiando inteiramente em mim.
Hoje não fiz nada, além de pensar nessa fanática miserável que está atraindo todas as atenções. É uma estúpida com essa carinha de inteligente. É uma lunática, seus dias estão contados.  Mas e a imperatriz... Onde vai terminar essa história de conversão? Ontem ela adotou essa estúpida religião e o imperador não vai gostar nada dessa história...
Cena V
Imperador: Que notícias trazes de Catarina? Está morta?
Dama: Não. Disse-me o carcereiro que está melhor do que nunca. Seria normal que depois de doze dias abandonada à fome estivesse à beira da morte.
Imperador: Não é possível! Alguém a alimentou durante minha ausência. Quem foi o traidor?
Dama: Sinto-me na obrigação de advertir-te sobre a traição. Dói-me profundamente dizer que o traidor está mais próximo do que imaginas. Tenho certeza que foi a... Imperatriz.
Imperador: Chamai a Imperatriz.
(Entra a Imperatriz)
Imperador: Sei que foste tu que alimentaste Catarina durante minha ausência. Mesmo sendo minha esposa sofrerás a pena de alta traição.
Imperatriz: Prometo que a jovem não recebeu nenhum alimento de minhas mãos. Se está até agora com saúde foi porque Deus recompensou sua fidelidade.
Imperador: Como ousas desprezar desta forma a nossos deuses?
Narradora: Cego de ira o imperador obrigou a sua esposa a oferecer sacrifício aos deuses, e como ela se negou mandou decapitá-la, alcançando, assim, a coroa do martírio. 
         O imperador, então, oferece a Catarina o lugar de imperatriz, mas esta mantendo-se fiel nega assumir o cargo. Rangendo os dentes de raiva, manda Catarina ao martírio que consistia em 4 rodas que giravam em altíssima velocidade  com agudíssimos cravos e serras  dentadas. A Santa, percebendo o pavor com que os outros tomariam tal morte, pediu a Deus a destruição do instrumento de tortura, para assim não perderem a coragem de também morrerem em defesa da fé.
Quando as rodas começaram a girar, Deus enviou um anjo que as destruiu de tal maneira que seus destroços, lançados por todos os lados, mataram cerca de quatro mil pagãos que lá estavam para assistir a execução. Diante de tal milagre, o imperador mandou que Catarina fosse decapitada.

Santa Catarina: (de joelhos): Agora posso dizer como São Paulo: Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora receberei a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz me tem reservado. À Ele o louvor e a glória para sempre.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Tae Kwon Do - Troca de faixas

Os pais das jovens que moram na casa dos Arautos do Evangelho em Joinville acompanharam emocionados a troca de faixas de suas filhas, um momento esperado para as praticantes do Tae Kwon Do. Os professores avaliaram o seu desempenho que dependia do desenvolvimento de sua dupla e de toda a equipe em grupo. Desta maneira, é incentivada a perseverança, integridade, auto controle, a cooperação e a responsabilidade para si e em favor de todos.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Como surgiu o panetoni?

Pão do Toni ou Panetoni como surgiu?
A resposta encontra-se abaixo na peça teatral encenada no centro juvenil do setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville.




Personagens:
T- Toni:
C-Cozinheira-mor:
C2- Cozinheira 2:
D- Duquesa:
F1-Figurante da corte 1:
F2-Figurante da corte 2:


Era noite de Natal, em Milão, começavam os preparativos para a Ceia de Natal. Uma das mais requintadas cortes da época era a da duquesa Gioconda Sforza. Sobretudo sua cozinha - de suas chaminés exalavam perfumes tão maravilhosos que estimulavam o apetite de toda vizinhança - era muito renomada.
(Entram as cozinheiras e o Toni)
C- Oggi é noite de Natale é preciso que preparemos os nossos mais deliciosos pratos com o maior esmero pois este ano, a Duquesa convidou não só as nobres da corte, como também algumas das cortes vizinhas...
C2- Isso mesmo! Tutto lo esforço é pouco. Ma o que a signora estava pretendendo fazer de sobremesa neste ano?
C- Neste ano... (abre um pergaminho) Consegui a receita de um fabuloso doce que os venezianos trouxeram do longínquo Oriente.
C2- Então vamos começar agora mesmo. 
Começaram, então, a elaborar os inúmeros pratos do banquete. Todos estavam tomados pela característica alegria do Natal italiano. Todos não... isolado num canto, um jovem ajudante, recém-chegado da Lombardia, suspirava de saudades pela casa paterna, recordando-se das festas natalinas nos lares camponeses de sua região.
Repleto de saudades, resolve preparar um pão especial, igual ao que sua mãe preparava para a Ceia de Natal. Porém, não possuindo todos os ingredientes necessários teve de se contentar com as sobras que a cozinheira-mor havia deixado ao
ao terminar sua fabulosa sobremesa. 
Qual seria o resultado? Nem ele mesmo o sabia...
Chegou a grande hora! Uma vez iniciada a ceia de Natal, intensificou-se as atividades na cozinha. A cozinheira mestra muito atarefada esqueceu no forno o seu belo e misterioso doce... e qual foi sua surpresa em constatar que ele estava queimado. Vendo-se em tão complicada situação começa a derramar algumas lágrimas...
C- Madonna mia! E agora o que vou fazer... Já está na hora de servir a sobremesa... Vou passar pela pior humilhação da minha vida...
Tomado de compaixão, o jovem Toni teve uma idéia que talvez pudesse solucionar aquele drama.
T- Senhora, talvez esses bolos que fiz possam servir para alguma coisa.
A cozinheira notou a elegância de sua forma e seu delicioso perfume. Não restava outra saída senão correr o risco. Ela mesma cortou em fatias, e dispôs de forma artística em uma bandeja de prata.
(A cozinheira 2 leva o bolo para a mesa)
Surpreenderam-se a duquesa e seus convivas ao verem aquele exótico bolo enfeitado.
D- Que maravilha é esta que estás nos trazendo?!
F1- Nunca vi um bolo com uma aparência tão estupenda!!!
(Começam a comer)
F2- Principalmente seu sabor… é extraordinário, nem os mais deliciosos doces franceses podem superar esta iguaria.
D- Por favor, mande chamar quem fez esta fabulosa sobremesa.
Para a surpresa de todos, não apareceu a afamada mestra mas sim um tímido ajudante de cozinha.
D- Qual é o teu nome?
T- Eu me chamo Toni...
D- Ora então este é o Pane Toni!
Deste modo, a duquesa Gioconda Sforza batizou aquele curioso pão doce de Toni, seu criador.
D- Má Toni, você tem que fazer muitos outros bolos iguais a esses para o próximo Natal.
T- Senhora, o seu desejo é uma ordem no ano que vem começarei a prepará-los com muita antecedência.
D- Agora, mio Toni distribuamos este Pane Toni para todos os presentes.

E assim nasceu o Pane Toni ou panetoni, obra do acaso, assim como tantas outras maravilhas da arte culinária. Em pouco tempo, o “pão do Toni” conquistou os lares italianos e se espalhou pelo mundo inteiro a ponto de ficar indissociavelmente ligado às festas natalinas.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Atividades em Joinville

A solene entrada da Imagem de Nossa Senhora Aparecida portada por um Terciário e a sua coroação antecederam a Eucaristia presidida pelo Pe Mário Sergio Sperche, EP no dia da Padroeira do Brasil.

Cooperadores ou Terciários são aqueles que, "embora se sintam identificados com o espírito da Associação, não podem comprometer-se plenamente com os objetivos dela, devido a seus compromissos sacerdotais, ao fato de pertencerem a algum instituto de vida consagrada ou sociedade de vida apostólica, ou a seus deveres matrimoniais ou profissionais". (Estatutos, 9) Além de observarem os preceitos e deveres próprios a seu estado, esforçam-se por viver em conformidade com o carisma e a espiritualidade da Associação, dedicando a ela seu tempo livre e se comprometendo a cumprir certas obrigações.

Nesse dia, os Cooperadores participaram e ajudaram nas atividades desenvolvidas pelos Arautos de Joinville, cantando também na missa.

















































Os Arautos do Evangelho não excluem de seu campo de ação cultural, nem de sua meta de perfeição, a boa cozinha. Na continuação das atividades, as jovens do Projeto Futuro e Vida aprendem culinária.