Mostrando postagens com marcador natureza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador natureza. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Passeio de férias

Mais uma oportunidade, nestas férias, para as jovens aspirantes dos Arautos do Evangelho conhecer a natureza: um passeio pela Estrada Bonita, situada no distrito de  Pirabeiraba em meio à uma linda região, como o próprio nome já diz,  ar fresco e tranquilidade.
Em uma carroça puxada por um trator, as jovens percorreram a propriedade contemplando o riacho, vivenciando as atividades rurais dos proprietários e os animais pastando, além de apreciar uma exposição de utensílios antigos e o processo de fabricação do melado.

Um outro dia fora da agitação e do corre-corre das cidades…

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Inocência primaveril

Canta um famoso poeta brasileiro, Casimiro de Abreu:
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus —
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

 
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus —
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Bem soube ele exprimir em seu poema o tempo da nossa inocência primaveril. Naqueles dias, tudo nos encantava as cores das asas de uma borboleta, os esforços de uma formiguinha para carregar uma folha muito maior do que ela, os desenhos das nuvens, os animais, as flores...
Com os avanços da modernidade, a tecnologia apresenta uma gama de aparatos eletrônicos tais como computadores, videogames, tablets, iPhones, iPads, etc. As crianças começam, assim, a utilizá-los desde a mais tenra idade, ficando confinadas em suas casas ou apartamentos, sem poder apreciar a natureza criada por Deus.
A família do Sr. Aldo e Dona Ruth, Da Maria Odair e Sr. Otávio Nenever teve a bondade de abrir as portas de sua chácara e oferecer ao setor feminino dos Arautos do Evangelho em Joinville um saboroso almoço. Graças à generosidade desta estimada família, as jovens que nunca haviam saído da cidade, puderam desfrutar da beleza natural presente em lugar tão acolhedor.